Por Diego Jucá

 

Dieter Mankau trabalhou sobre essa ideia no âmbito dos seus estudos sobre os conceitos formais de concepção estética utilizando os termos aditivo, integrativo e abrangente. Um projeto de aditivos implica em um produto feito da reunião de peças diferentes. Um desses casos não é apenas uma mala, mas sim constituído por cofre, alça e dobradiças diferente. Estas peças são visíveis como peças independentes.

Desde o início da era da industrialização dos anos cinquenta essa heterogeneidade foi o fator dominante em muitas áreas de produção. Hoje está a ganhar importância novamente, e graças à miniaturização dos componentes (devido à influência da microeletrônica e nanotecnologia), as partes individuais de produtos podem apresentar um nível de composição.

O desenvolvimento de novos materiais sintéticos e de novos métodos de processamento na década de sessenta trouxe rapidamente e, inevitavelmente, um novo conceito de Desenho: a integrativa. Sua principal característica foi à transição de forma, ou seja, os componentes não são separados, mas formalmente ligados ao resto. As transições do formulário se tornou um problema criativo, o que deverá permitir perceber visualmente os componentes individuais do produto, porem integrados.

Estes exemplos mostram que a função estética-formal se estende muito além do campo sintático.

O conceito de design integral vai ainda mais longe, permitindo você que já domina uma forma e sob ela o resto dos elementos.

Uma prévia do desenho de construção (estético-formal) de uma das embalagens do meu projeto de graduação. Falarei mais sobre assim que concluído, aprovado e devidamente registrado no inpi.

Até mais

Referência bibliográfica

BURDEK, Bernard E. Diseño: Historia, teoria y práctica del diseño industrial. Editorial Gustavo Gilí, SA, Barcelona, 1994.